(Clarice Lispector)
16.9.11
14.9.11
"Prefiro esbanjar emoções. Mesmo que doa.
Mesmo que, um dia, eu possa me arrepender.
Meus arrependimentos duram pouco.
Alguma coisa me cutuca e diz: Olha, que bom que você fez! Que bom que você teve coragem! Que bom que você sente! Que bom que você tenta!
Tentar é se arriscar. E tudo na vida tem metade de chance de dar certo.
E a outra metade? De dar errado.
Mas não é poupando que você saberá..."
Mesmo que, um dia, eu possa me arrepender.
Meus arrependimentos duram pouco.
Alguma coisa me cutuca e diz: Olha, que bom que você fez! Que bom que você teve coragem! Que bom que você sente! Que bom que você tenta!
Tentar é se arriscar. E tudo na vida tem metade de chance de dar certo.
E a outra metade? De dar errado.
Mas não é poupando que você saberá..."
10.9.11
31.8.11
Uma alegria para sempre - Mário Quintana
As coisas que não conseguem ser olvidadas continuam acontecendo.
Sentimo-las como da primeira vez, sentimo-las fora do tempo, nesse mundo do sempre onde as datas não datam...
Que importa se – depois de tudo – tenha "ela" partido, casado, mudado, sumido, esquecido, enganado, ou o que quer que te haja feito, em suma?
Tiveste uma parte da sua vida que foi só tua e, esta, ela jamais a poderá passar de ti para ninguém. Há bens inalienáveis, há certos momentos que, ao contrário do que pensas, fazem parte da tua vida presente e não do teu passado. E abrem-se no teu sorriso mesmo quando, deslembrado deles, estiveres sorrindo a outras coisas.
Ah, nem queiras saber o quanto deves à ingrata criatura...
Sentimo-las como da primeira vez, sentimo-las fora do tempo, nesse mundo do sempre onde as datas não datam...
Que importa se – depois de tudo – tenha "ela" partido, casado, mudado, sumido, esquecido, enganado, ou o que quer que te haja feito, em suma?
Tiveste uma parte da sua vida que foi só tua e, esta, ela jamais a poderá passar de ti para ninguém. Há bens inalienáveis, há certos momentos que, ao contrário do que pensas, fazem parte da tua vida presente e não do teu passado. E abrem-se no teu sorriso mesmo quando, deslembrado deles, estiveres sorrindo a outras coisas.
Ah, nem queiras saber o quanto deves à ingrata criatura...
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